15 maio 2007

Por um cinema sempre tabagista







Quem defende isto não conhece a história da arte em que trabalha. Nem a sua beleza, aliás.

5 comentários:

Anónimo disse...

Apesar não fumador, consigo ver que grande parte dos filmes interessantes na história não seriam os mesmos sem o acender de um cigarro.

Mas igualmente acredito num peito saudável e em exercício físico, por isso este é um dos temas que me deixa contraditório.

Ricardo Martins

sandra torres disse...

Partilho da opinião do Ricardo. Cresci a ver um primo meu a fumar desde que ele tiha 18 anos. Hoje, com quarenta, deixou de fumar porque o médico lhe disse que se continuasse era morte na certa. Tive muito cedo a experiência da morte de um grande amigo (quase avô) morrer por causa do tabaco.

No cinema, na arte, é linda a forma como vemos os nossos ícones aliados ao acender de um cigarro, à dança da chama no ecrã, ao som do cigarro a queimar. Pura poesia visual.

Mas a realidade é tão diferente.

Nuno Pires disse...

Também não concordo nada com esta nova resolução hollywoodiana. Que teriam sido os films noirs ou os da Nouvelle Vague sem o fumo dos cigarros?
Já agora, podem proibir de mostrar personagens a consumir álcool. E parar de fazer filmes sobre toxicodependência. Enfim...

Francisco Mendes disse...

É sem dúvida bastante fotogénico, além de realçar visualmente certas temáticas.

wasted blues disse...

Sempre! E a exclamação vem de uma não-fumadora ;)